Economia das emoções — o fim do monopólio dos sonhos
Durante décadas, Hollywood foi a única exportadora do "sonho americano", dizendo ao mundo o que assistir e como se sentir. Mas, entre 2024 e 2026, esse cenário mudou. Descobrimos que um único artista pode influenciar o PIB de um país inteiro mais do que um estúdio de cinema inteiro e que a inteligência artificial pode substituir milhares de mãos, transformando a criatividade em um kit de construção acessível. Diante dos nossos olhos, uma nova realidade está se formando, onde os conceitos de "estrela" e "produção" assumem significados totalmente novos.